Repórter da Globo é atacada durante reportagem: “Sofri a violência gratuita”

Uma repórter da Globo passou por um momento de tensão durante a gravação de uma reportagem no centro do Rio de Janeiro.

Nesta sexta-feira (8) nas redes sociais, Juliana Sana, que é repórter do programa ‘Encontro com Fátima Bernardes’, contou que foi atacada por um homem enquanto entrevistava uma mulher. Através do post ela relatou aos seguidores que ao prestar queixa na delegacia ouviu que “esses ataques são comuns contra mulheres”, e expressou sua revolta.

“Hoje, especialmente hoje, no Dia Internacional da Mulher sofri a violência gratuita que milhares de mulheres no nosso país sofrem diariamente. Eu estava gravando no centro do Rio quando um individuo veio me atacar gratuitamente com uma faca no meu ombro. Ele não me perfurou, mas não contente com o susto que nos deu voltou para nos atacar. Por sorte nossos seguranças da Globo atentos rapidamente o detiveram”, começou o texto.

“Ele não nos machucou, mas nos feriu. Na delegacia me disseram que esses ataques são comuns contra mulheres, porque somos mais suscetíveis. O que???? Estamos bem, mas não consigo parar de pensar nas outras milhares de mulheres que são atacadas diariamente por raiva ou ódio”, continuou.

“Nós tínhamos seguranças equipados e profissionais com a gente e sempre saímos seguros e equipados, mas essas mulheres não tem essa proteção e podem estar machucadas ou terem morrido. Nesse dia da Mulher não queremos flores nem bombons, queremos o respeito de ser mulher”, finalizou a repórter.

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Hoje, especialmente hoje, no Dia Internacional da Mulher sofri a violência gratuita que milhares de mulheres no nosso país sofrem diariamente. Eu estava gravando no centro do Rio quando um individuo veio me atacar gratuitamente com uma faca no meu ombro. Ele não me perfurou, mas não contente com o susto que nos deu voltou para nos atacar. Por sorte nossos seguranças da Globo atentos rapidamente o detiveram. Ele não nos machucou, mas nos feriu. Na delegacia me disSeram que esses ataques são comuns contra mulheres, porque [email protected] suscetíveis. O que???? Estamos bem, mas não consigo parar de pensar nas outras milhares de mulheres que são atacadas diariamente por raiva ou ódio. Nós tínhamos seguranças equipados e profissionais com a gente e sempre saímos seguros e equipados, mas essas mulheres não tem essa proteçao e podem estar machucadas ou terem morrido. Nesse dia da Mulher não queremos flores nem bombons, queremos o respeito de ser mulher! 🙏🏻

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